quinta-feira, 1 de julho de 2010

Resenha do Livro: Louras Zumbis

*Publicado no dia 01/07/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Acho que há uns dois meses eu vi em algum blog alguém falando sobre esse livro. Sou apaixonada por zumbis (nossa, falando assim parece estranho hehe), assisto qualquer filme de zumbi, e tal.

Recentemente, o livro saiu em português e eu decidi comprar, estava louca pra ler.

Não achei foto da capa em português.

Louras Zumbis, de Brian James, conta a história de Hannah, uma garota que sempre tem que se mudar de cidade por causa dos problemas do pai, que parecem os seguir em qualquer lugar que vão. É assim que Hannah e o pai se mudam para Maplecreast. Logo de cara, Hannah sabe quem são as garotas populares do colégio e, decidindo mudar sua vida, tenta se tornar uma delas, participando dos testes para ser uma cheerleader. Mas as garotas populares e perfeitas de Maplecreast têm um grande segredo, e Hannah não sabe se quer se tornar parte dele.

Ok, só pelo nome do livro já dá pra saber o que as lindas e loiras cheerleaders são, né? Então, não tô soltando nenhum spoiler.

O livro é bom, bem escrito, mas não sei, acho que ficou aquém do que eu estava esperando. Já disse antes, adoro zumbis. Achei a sinopse do livro muito boa, uma história original, diferente de tudo que eu já tinha visto. Só que o livro meio que se ‘arrasta’ até quase o final, e de repente as coisas acontecem todas de uma vez, como se o autor estivesse com pressa pra entregar o manuscrito pronto e não tivesse conseguido colocar todas as suas idéias bem desenvolvidas no papel.

Ou talvez eu estivesse com muitas expectativas para esse livro, e acabei me decepcionando.

Não sou nunca de dizer ‘não compre tal livro, é uma merda’, porque eu acho que cada um tem seu gosto, e o que é ruim pra mim, é bom pra outra pessoa. E o livro não é de todo ruim, talvez se tivesse mais alguns capítulos, ou melhor, alguns capítulos fossem substituídos por coisas mais relevantes, essa sensação de incompleto não seria tão forte.

Uma coisa que eu gostei bastante foi o final. Adoro finais ‘inacabados’, sabe? Aqueles em que a história não termina ali, apenas uma parte dela, e o livro te dá espaço pra imaginar o que acontece em seguida. E Louras Zumbis é um desses livros, então isso é um ponto positivo.

Outro ponto positivo é a capa. Chama muita atenção, é muito bonita, somada com o título ainda te deixa mais curiosa pra ler.

Acho que o livro não tem continuação, nem fui pesquisar pra ver, mas prefiro que não tenha, ou, se tiver, que seja com personagens diferentes, já que a história da Hannah ficaria bem mais legal se terminasse ali.

E com essa leva de livros de zumbis ultimamente, minha próxima compra será Generation Dead, que eu também tô com muita vontade de ler. Espero não me decepcionar.

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Desafio Literário 2010: Junho

*Publicado no dia 26/06/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Há algum tempo eu já vejo em praticamente todos os blogs sobre livros críticas maravilhosas sobre Fazendo meu Filme, da Paula Pimenta.

Tinha curiosidade, mas outros livros me chamavam mais atenção, então nunca tive muita vontade de lê-lo. Mas aí o Desafio Literário entrou na minha vida, e categoria do mês de junho era ‘escritora brasileira’. Vi a oportunidade perfeita pra comprar o livro.

Aí, andando pela Cultura, vi em promoção do +Cultura, por 24 reais e comprei.

A história é aquela coisa de sempre. A garota tem um amigo que é apaixonado por ela, mas só percebe quando é tarde demais. A diferença de todos os outros livros YA com a mesma temática, é que Fani está indo embora do país, pra fazer um intercâmbio de um ano do outro lado do oceano, na Inglaterra (o sonho da minha vida)!!

O livro começou meio fraco, talvez porque eu nunca tive aqueeela vontade de ler, mas conforme as páginas iam passando, eu me via cada vez mais inserida na história da Fani e do Leo, querendo a todo custo que as coisas dessem certo pra eles.

O romance dos dois é lindo, o Leo é o garoto perfeito, e a Fani é bem lerdinha em demorar tanto pra perceber que ele gostava dela.

Me identifiquei muito com ela, principalmente na parte que ela e as amigas (estou apaixonada pelas amigas dela também) vão a uma cartomante. Nossas personalidades são parecidas, eu também sou tímida, e quanto mais eu gosto do garoto, menos eu deixo transparecer. Sem contar que nós temos o mesmo problema de confiança, eu não tenho o costume de contar coisas íntimas nem pra minha melhor amiga.

A Fani consegue trabalhar esses probleminhas dela no decorrer do livro; o meu livro ainda está no meio (quem sabe até no começo), então eu ainda não atingi a minha auto-atualização – Diários da Princesa feelings haha.

Me irritei muito com a família dela interrompendo as coisas nas melhores partes, e também quando ela está contando o que aconteceu numa festa que teve na noite anterior e toda hora alguém aparece ou algo acontece e ela tem que parar a história na metade!!

Eu fiquei super angustiada no final, pensando que tudo ia dar errado, que era uma injustiça as coisas terminarem assim, mas…

Vou parar por aqui, pra não soltar spoiler.

A Paula é uma ótima escritora, a gente sente as coisas junto com a Fani, fica nervosa, feliz, triste, emocionada com ela, acho lindo escritores que conseguem transpôr os sentimentos dos personagens para além das folhas e pra dentro da gente.

Acabei de terminar de ler e já vim correndo fazer a resenha, aproveitar que tá tudo fresquinho na minha cabeça. Meu coração ainda tá acelerado por causa dos capítulos finais haha. Li em um dia, e tô escrevendo essa resenha no dia 15 de maio, mas vou deixar guardado aqui como rascunho pra publicar no mês certo.

Livro que a gente gosta é assim, não dá pra se segurar…

Agora, se vocês me dão licença, eu vou ali correndo na Livraria Cultura comprar Fazendo meu Filme 2 – Fani na Terra da Rainha.

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Resenha do Livro: Slam

*Publicado no dia 17/06/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Eu só li um livro do Nick Hornby, Alta Fidelidade, que é um dos meus favoritos, então qualquer coisa que seja dele, eu já começo a ler com o pé direito.

Com Slam não foi diferente.

Slam, do Nick Hornby, conta a história de Sam Jones, um garoto de 16 anos cuja maior preocupação de vida é uma manobra de skate que ele ainda não consegue fazer.

Um belo dia (haha que brega), a mãe de Sam o convida para ir a uma festa e é lá que ele conhece Alicia, a garota dos seus sonhos. Nos meses seguintes, tudo o que Sam faz é esperar até o momento de se encontrar com ela. Comer é esperar, ir a escola é esperar, sair com seus amigos é esperar. Sam só quer ficar com Alicia o tempo inteiro. Depois de um acidente, porém, a vida dele muda para sempre.

Esse foi o primeiro livro com o protagonista adolescente que Nick Hornby escreveu. E se eu já o achava um grande escritor por causa de Alta Fidelidade, agora o acho um mestre.

É diferente ler um livro com o protagonista masculino adolescente que foi escrito por um homem. A maioria dos autores é mulher escrevendo por um perspectiva que elas não conhecem, já que nunca foram garotos adolescentes.

A linguagem é diferente, e o jeito que o protagonista pensa é diferente também. Eu adorei o Sam. Não cheguei a ficar com pena dele, porque eu acho que cada ato tem uma consequência e ele meio que pisou na bola. O livro todo é super bem escrito, com situações e reações dos personagens extremamente reais (o que foi muito gratificante pra mim, principalmente por causa do livro que eu estava lendo enquanto lia Slam, no qual um dos personagens masculinos agia de uma maneira completamente irreal). Dava pra imaginar as cenas direitinho e pensar ‘realmente, isso super aconteceria’.

Também gostei muito do Sam, achei linda a relação dele com a mãe, e como ele quer ficar no colo dela quando algo errado acontece, mas não pode.

E justo quando você pensava que era só mais um (ótimo) livro como os outros do gênero, Nick Hornby vai lá e te deixa de boca aberta, pensando ‘WTF?’ haha.

Não vou falar mais nada pra não estragar a surpresa.

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Resenha do Livro: Sussurro, Hush Hush

*Publicado dia 15/06/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Hoje eu vou falar do livro mais pop dos últimos tempos, que todos os blogs tão falando, e que foi recentemente lançado em português.

Hush Hush (ou Sussurro, em português), de Becca Fitzpatrick, conta a história de Nora, uma pacata adolescente de uma cidade do interior dos Estados Unidos, que vê sua vida mudar drasticamente depois que Patch aparece e se torna seu parceiro na aula de Biologia.

Resumindo (bem), é isso aí. Parece mais uma história YA como tantas outras que têm por aí e, de uma certa maneira, é, mas Hush Hush não é um romance, e sim um suspense.

E um suspense muito bem escrito, devo acrescentar. Nas cenas de ação, meu coração acelerava, eu ficava nervosa, parecia que era comigo haha. A parte que mais me deu nervoso foi na montanha russa – queria explicar melhor o porque, mas tenho medo de soltar spoiler.

A Nora é meio chatinha as vezes, tenho raiva quando acontece um monte de coisa com ela e ela não conta PRA NINGUÉM! Também fiquei com raiva da Vee, a melhor amiga de Nora, por ser meio sonsa. A Nora tentando explicar que o garoto era perigoso e ela não dando bola. Sério, a Nora não tem moral nenhuma. Se uma amiga minha viesse séria me contar que o cara era perigoso, eu não ia ser tão leviana quanto a isso, eu acreditaria na minha amiga, ficaria com um pé atrás.

Mas foi tudo raiva passageira (ainda assim, acho a Vee meio mala – acho que porque nunca seria amiga de uma garota assim na vida real). O Patch… a maioria das autoras dos blogs que leio é completamente apaixonada por ele. Não nego que ele tenha seu charme, e amo o fato dele ser moreno de pele (amo morenos), mas não fiquei tão apaixonada assim não. Chega uma hora que todo aquele mistériodele irrita um pouco. Se fosse eu, mandava logo pr’aquele lugar, a garota correndo risco de vida e ele fazendo charme. Mas mesmo com todos esses defeitos, não acharia ruim ter um Patch na minha vida. O final é lindo, o diálogo deles e tal.

Vou confessar que não estava muito animada pra ler esse livro, apesar das milhares de críticas ótimas que vi em todos os blogs possíveis. Mas ele tava baratinho na Livraria Cultura, e a arte da capa é uma das mais bonitas que eu vi ultimamente, então eu decidi comprar.

Não me arrependi, com certeza. A leitura é rápida, te prende, eu li tudo em um dia, quando devia estar estudando pra prova de Teorias da Comunicação. Você não quer lagar o livro até saber o final, até ver o que vai acontecer.

Espero ansiosamente pela continuação, Crescendo, que só sai em outubro na gringa. Aqui no Brasil deve sair ano que vem, só. Uma pena.

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P.S.: Porque esse título? Não achei que teve nada a ver com o livro. E qual o nome verdadeiro do Patch?

Meme: Hábitos de Leitura

*Publicado dia 31/05/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Como ainda estou atrasada nas minhas leituras e, por consequencia, nas resenhas, resolvi fazer esse meme (gente, que palavra é essa? Nunca tinha ouvido falar antes, tive que jogar no google haha) que eu vi no blog Leiturinhas.

Bora?

Você come enquanto lê? Se sim, comidinha preferida de leitura:
Não, é muito difícil. Não consigo me concentrar em fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Ou eu leio, ou eu como. Mas quando estou lendo um livro muito interessante, fico várias horas sem comer e nem percebo.

O que você gosta mais de beber enquanto lê?
Também não tenho o costume de beber nada além de água. Fico com uma garrafa cheia ao meu lado em todos os lugares que eu vou, levo até pra faculdade!

Você costuma marcar o livro enquanto o lê, ou a idéia de escrever em livros te aterroriza?
Escrevo, sublinho, passo marca-texto, dobro a folha. Acho que quanto mais surrado o livro, mais amor ele tem. Sei que parece loucura, mas é verdade.

Como você marcar onde parou enquanto está lendo? Marcadores? Orelhas nas páginas? Apoiando o livro aberto?
Normalmente marcadores. Só faço orelhas nas páginas quando quero pesquisar algo pra não esquecer depois, ou, se estou lendo em inglês, quando tem uma palavra que eu não sei o significado e tenho que jogar Google Tradutor hehe.

Ficção, não-ficção, ou ambos?
Ambos. Ultimamente ando numa fase de biografias, mas eu leio qualquer tipo de livro.

Você tende a ler até o fim do capítulo, ou consegue parar de ler em qualquer lugar?
Gosto sempre de terminar o capítulo. É difícil eu parar no meio.

Você é do tipo de pessoa que arremessa o livro longe ou no chão se o autor te irrita?
Não. Se fico irritada ou frustrada, eu fico me mexendo sem parar. Cada vez que algo que me desagrada acontece, eu mudo de posição, é involuntário haha.

Se você encontra uma palavra que não conhece, você para e vai procurar seus significado na hora?
Não. Eu marco a página com uma dobrinha na orelha, e normalmente só vou procurar o significado quando termino o livro.

O que você está lendo?
Choke, When In Rome, Sussurro e As Brumas de Avalon 1.

Qual foi o último livro que você comprou?
Sussurro, da Becca Fitzpatrick. Falam tão bem desse livro que eu decidi comprar.

Você é o tipo de pessoa que lê apenas um livro por vez, ou consegue ler mais de um?
Consigo ler mais de um tranquilamente.

Você tem um lugar/momento preferido para ler?
Prefiro na minha casa, mas na real eu leio em qualquer lugar.

Você prefere séries ou livros únicos?
Ai, não sei… Livros únicos são bons, se a história for bem contada e não deixar pontas soltas. E nas séries você pode acompanhar seus personagens por mais tempo. O único problema é esperar o lançamento do próximo livro. Então, não sei, acho que prefiro os dois haha.

Tem algum livro ou autor que você se vê recomendando sempre?
J.K. Rowling, claro. Gosto muito de Cristopher Moore. Mas o meu preferido de sempre, que eu falo PRA TODO MUNDO que eu conheço ler, é Douglas Adams, o autor d’O Guia do Mochileiro das Galáxias. Perfeição descreve essa série.

Como você organiza seus livros? (por gênero, título, sobrenome de autor etc)
Por tamanho. Acho feio livros com tamanhos diferentes intercalados.

Bom, esses são meus hábitos de leitura. E os de vocês?

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Minha Estante

*Publicado no dia 31/05/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Bom, como essas últimas semanas eu andei meio ocupada e me atrasei na leitura de vários livros, resolvi tirar umas fotos da minha estante e colocar aqui, pra tapar o buraco das resenhas que eu tenho que fazer! hihi

A minha estante não é pequena, mas também não é grande, e uma delas é metade escrivaninha, e é onde eu escrevo e blogo aqui.

Como eu tô um pouco apressada, vou colocar as fotos logo. Quem quiser ver mais detalhadamente os livros, é só entrar no meu flickr.

Livros que eu irei ler e resenhar (espero que) em breve.

É isso, gente.

Queria colocar mais fotos, mas tô super atrasada pro trabalho haha! Quem quiser ver mais detalhes da estante, é só entrar no flickr.

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Balanço do Mês: Maio

*Publicado no dia 30/05/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Outro mês se foi e eu ainda continuo gastando todo meu dinheirinho suado em livros haha.

Esse mês eu me contive bem mais do que nos últimos dois, três meses, e só comprei o que eu realmente queria ler. Tô com uma pilha de quase 20 livros pra ler, e sem tempo nenhum para fazê-lo. Por isso, fiz uma meta de que só compraria outro livro quando terminasse de ler todos que estão aqui sentadinhos me esperando, ou quando fosse um livro que eu quisesse MUITO ler, ou fosse uma promoção MUITO boa.

Reparem como eu mesma me saboto haha.

Antes de tudo, desculpem pela qualidade ruim da foto, mas é que eu sempre tiro com a câmera embutida do computador, acho mais prático do que tirar com a câmera e depois passar a foto pro pc.

Mas, vamos lá.

As Crônicas de Nárnia, C.S. Lewis. Li esse livro emprestado de uma amiga há uns dois anos atrás, e sempre quis comprar, mas ele é um absurdo de caro. Na Livraria Cultura era coisa de 80 reais, mas na maioria das livrarias era em torno de 60. Até que um dia eu estava passeando pelo Submarino vendo as promoções de livros deles, e me deparo com As Crônicas de Nárnia por 19,90. Comprei na hora, né. Acho que essa promoção ainda tá rolando, e no Submarino sempre tem promoção de livro, então é bom dar uma passadinha lá de vez em quando (eu entro no site de dois em dois dias, mais ou menos.)

Coleção As Brumas de Avalon, Marion Zimmer Bradley. Outra promoção absurda do Submarino. Os quatro livros por 29,90. Sério, eu fico boba com essas coisas.

Obs: Sem contar que eu comprei esses dois (na verdade, cinco, mas vocês entendem o que eu quero dizer. As Brumas… vieram de uma vez só, então contam como um) livros quando já tinha traçado a minha meta de não comprar mais livros até ler todos que eu tinha pra ler. Só que como as promoções estavam muito boas, eu não podia perder a oportunidade. Só pra vocês terem uma idéia, cada livro d’As Brumas de Avalon custa em média 40 reais.

Correndo Com Tesouras, Augusten Burroughs. Já falei sobre esse livro aqui.

Choke, Chuck Palahniuk. Do mesmo autor de Clube da Luta, esse livro inspirou um dos filmes mais legais que eu já vi na vida, com um dos meus atores favoritos (Sam Rockwell), com o mesmo nome. ACHO que aqui no Brasil foi traduzido para No Sufoco, mas não tenho certeza. Também tava louca pra ler esse livro, desde que vi o filme, mas ele era muito caro, até o paperback em inglês era caro. Mas achei no site da Cultura, usado, por 19 reais. Tava com um bônus de 10 reais, então ele só me custou 9 reais. Já tô lendo e quando terminar, coloco a resenha aqui.

Fazendo Meu Filme 1 e 2, Paula Pimenta. Já terminei de ler os dois, e já até fiz a resenha do primeiro, mas como ele é a minha escolha do desafio pro mês de junho, só vou postar no final do mês. Terminei o 2 hoje e vou fazer a resenha, mas só postarei depois que postar a resenha do primeiro. Não tinha muito interesse nesses livros, mas li tantas resenhas maravilhosas sobre eles que resolvi ver do que se tratava.

Divas Abandonadas, Teté Ribeiro. Também já falei sobre ele aqui.

Dom Casmurro, Machado de Assis. Ok, eu super podia fazer a culta aqui e dizer que sempre amei livros dessa época, desses autores, que os professores passavam no colégio e que eram obrigatórios pro vestibular. Mas eu não farei isso. Nunca gostei desse tipo de livro, sempre achei a leitura monótona e cansativa. Sou super fã de uma banda chamada Beirut (escutem, vocês não irão se arrepender) e uma das minhas músicas favoritas deles era trilha sonora da minissérie Capitu, que é baseada no Dom Casmurro. Eu baixei a série e fiquei apaixonada. Sempre soube a história do livro, mas bem por cima mesmo, e agora quero me aprofundar. Aproveitei que era 10 reais numa banca de jornal e comprei.

Esses foram os livros que eu comprei esse mês. Nos próximos meses, essa ‘seção’ do blog ficará bem caída, porque eu realmente não pretendo comprar mais tantos livros assim, até terminar os que estão me esperando. Sem contar que livro é uma coisa cara aqui no Brasil e meu dinheiro é pouco, então economizar é sempre bom.

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Resenha do Livro: Eu Te Amo, Phillip Morris

*Publicado no dia 29/05/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Eu não fazia idéia quem era Phillip Morris até ver o trailer de um filme com o Jim Carrey e o Ewan McGregor. Até algum tempo atrás, também não sabia que o filme era baseado no livro, e que o livro era uma biografia.

Quando descobri, fui atrás pra ver do que se tratava.

Eu Te Amo, Phillip Morris é a biografia de Steven Russel, a pessoa que ama o Phillip do título. Ela foi escrita depois de várias entrevistas feitas pelo jornalista Steve McVicker, enquanto Steven estava na prisão.

Steven Russel conseguiu fugir de penitenciárias do Texas quatro vezes, sempre numa sexta feira treze, dia que ele considerava da sorte. Em uma das passagens pela cadeia é que ele conhece Phillip e se apaixona. A partir daí, Russel não pode mais ficar preso e longe do grande amor de sua vida.

A história de Russel parece coisa de cinema. Parece que ele nasceu só pra que pudessem escrever um livro e fazer um filme sobre ele.

Russel tem uma vida normal, é casado e tem uma filha pequena, mas os problemas o seguem, ou ele vai atrás deles. Ele é um homem inteligente, bem sucedido, mas alguma coisa parece não estar no lugar.

O livro é muito bem escrito, mas algumas informações eu achei desnecessárias, passam a impressão que é só pra encher linguiça. O autor do livro recolheu informações do próprio Russel, além de várias outras pessoas envolvidas na história.

Uma das partes que mais gostei foi a sua história com o ex namorado, James Kemple, que tinha AIDS e morreu em 1994, quando Russel estava preso.

No fim (não é spoiler), ele diz que, apesar de todas as coisas que Russel aprontou na vida, as pessoas não conseguem deixar de falar bem dele. Russel não é um homem mau, não tem a índole ruim, ele simplesmente não consegue viver do jeito que a maioria das pessoas vivem. Pode parecer estranho defender um criminoso (ele roubou mais de um milhão de dólares ao longo de sua vida), mas eu não consegui enxergar maldade nele, pelo menos a partir das coisas que estão no livro.

Pra mim, ele é um homem muito inteligente, com muito potencial, extremamente apaixonado por Morris, que tomou alguns desvios errados durante sua vida.

Um ótimo livro, que mostra que o amor não tem limites (nem mesmo os das grades das prisões).

Resenha do Livro: Orgulho e Preconceito e Zumbis

*Publicado no dia 24/05/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Amo Orgulho e Preconceito.

Amo filmes de zumbis.

Quando vi na livraria Orgulho e Preconceito e Zumbis, meu coração quase parou.

A história é a mesma da obra clássica. Elizabeth conhece o Mr. Darcy (ai, ai…), e o odeia de primeira. Mr. Darcy (ai, ai…) também não vai muito com a cara dela no começo, mas ele passa a reparar em seus olhos e aí já era.

Primeiro de tudo, olha essa capa. Acho que mesmo se eu não gostasse de O&P, mesmo se eu não fizesse idéia de quem é Jane Austen, eu ia querer comprar esse livro só por causa da capa.

Nessa versão, de Seth Graham Smith, há o pequeno incoveniente (ou não, depende do ponto de vista) de Elizabeth ser uma matadora de zumbis treinada na China por um grande mestre, e poder desferir um chute na cabeça de alguém quando fica nervosa.

O livro é escatológico e teve partes que meu estômago se revirou levemente. Mas ele é muito engraçado, e foi o primeiro livro que eu li com a temática de zumbis, que é uma das minhas coisas favoritas no mundo.

Adorei a Elizabeth, ela é minha ídola e eu quero ser ela. Não só porque ela tem um Mr. Darcy (ai, ai… – desculpa, mas não dá pra pensar em Mr. Darcy (ai, ai…) sem soltar um suspiro apaixonado depois), mas porque ela tem muita atitude, não deixa ninguém passar por cima dela, e sabe manejar um espada como ninguém.

Uma leitura divertida e leve, que te deixa com vontade de sair por aí chutando alguém.

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Resenha do Livro: Correndo Com Tesouras

*Publicado no dia 19/05/2010, no blog A Man's Best Friend*

Ultimamente ando viciada em biografias.

Há uns dois anos atrás mais ou menos, estava na locadora procurando algum filme diferente pra assistir e acabei pegando Correndo com Tesouras, porque a sinopse era legal e tinha a Annette Benning, que é uma atriz que eu adoro.

Foi só muito depois que eu descobri que Correndo com Tesouras era baseado em um livro com o mesmo nome, e o livro era biográfico.



Correndo com Tesouras, de Augusten Burroughs, conta a história do próprio Augusten, que na verdade nasceu Christopher Robison, durante o final da sua infância e boa parte de sua adolescência.

Se você acha que a sua família é louca, é porque ainda não conheceu a família do Augusten.

Quando ele está com 12 anos, sua mãe o manda morar com o psiquiatra dela, Dr. Finch, que parece ser mais louco que qualquer um dos seus pacientes.

O livro conta a primeira experiência sexual de Augusten, com um homem com mais que o dobro de sua idade (Augusten diz que sempre soube que era gay), sua relação com as novas irmãs, duas das quatro filhas do Dr. Finch, Hope, a mais velha e favorita, e Natalie, que acaba se tornando sua melhor amiga durante o tempo que Augusten mora na casa dos Finch.

O livro tem cada situação que você pensa ‘Isso só pode ser brincadeira, não é possível que tenha acontecido’. Houve alguns processos por parte da família Finch depois que o livro foi lançado, dizendo que tudo que tinha sido escrito era mentira. Mas eu escolho acreditar que o livro é verdadeiro e tudo que está naquelas páginas de fato aconteceu.

A leitura é leve, fácil e não segue uma ordem cronológica muito rígida, alternando memórias da época que morava com os pais com o que acontece na casa dos Finch. Augusten é um jovem até bem sensato considerando o tipo de coisa que acontece com ele, o lugar que ele vive, e os pais que tem.

Um livro que eu adorei, e acho que o filme está bem a altura do livro, com ótimos atores e caracterizações.

Recomendo os dois. E não façam o que eu fiz, leiam o livro antes! haha

Tinha uma outra coisa pra falar sobre o livro, mas não estou lembrando e tenho que voltar pro caderno da faculdade, que eu tenho prova amanhã e não sei nada! haha

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Desafio Literário 2010: Fevereiro

*Publicado no dia 17/05/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Bom, como disse antes, eu fiquei sabendo do Desafio um pouco tarde e acabei perdendo os primeiros meses. Vou ler os livros dos meses anteriores a abril, entre os livro atuais, e colocar as resenhas aqui.

A minha escolha de fevereiro é Stardust, do Neil Gaiman.



Stardust conta a saga de Tristran Thorn, quando, apaixonado por Victoria, a promete uma estrela cadente em troca de qualquer coisa que ele quisesse. O problema é que a estrela caiu além do vilarejo que ele mora, chamado Wall, e ele tem que passar por Faerie para chegar até ela.

O livro é lindo, gente. Bem conto de fadas mesmo, que é o tema proposto do mês.

No começo, achei o Tristran um pouco bobo, e até me irritei com suas atitudes, querendo fazer de tudo pra agradar a Victoria, que não dá a mínima pra ele.

E adorei a estrela, que é como ela é chamada durante quase todo o livro. Nunca na minha vida imaginei que uma estrela tivesse a personalidade que ela tem, toda ácida e sarcástica.

A história é muito bem escrita (Neil Gaiman, né?) e muito criativa.

Pra quem viu o filme antes de ler o livro (tipo eu), algumas coisas são bem diferentes, e têm coisas no filme que não existem no livro. Uma das minhas partes favoritas é quando eles estão no navio do Cap. Shakespeare, por exemplo; é uma parte super bem explorada no filme. Mas no livro, é meramente uma passagem, e nem dá tempo de se apegar a nenhum personagem do barco.

Comprei o livro há dois anos (na época do filme), e só o li agora. Não sei porque eu faço isso, acabo perdendo coisas ótimas. Quando terminei de ler, fiquei me sentindo toda boba e feliz. E a leitura foi super rápida, porque o livro é fininho.

Por último, só pra constar: quero um Tristran pra mim!!! Ele é um dos personagens masculinos mais fofos já escritos! Fiquei apaixonada haha

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Desabafo

*Publicado dia 15/05/2010, no blog A Man's Best Friend*

Sério mesmo, não entendo pessoas que têm ‘ciúmes’ das coisas que gosta, mas que não são delas, tipo bandas, músicas, livros, etc. Ou que ficam com raivinha quando um livro relativamente desconhecido vira filme, e reclama que vai popularizar, que todo zé mané da esquina vai saber sobre algo super legal, que a pessoa ama tanto, que queria só pra si.

Eu, quanto mais gosto de algo, mais eu quero divulgar, mais eu quero que todo mundo fique sabendo, pra que o autor do que eu gosto fique mais famoso, ganhe mais dinheiro e possa fazer mais coisas boas.

Porque, convenhamos, se Crepúsculo não tivesse ficado popular do jeito que ficou, vocês acham que ia ter tanta coisa sobre o assunto? Que iam lançar um filme atrás do outro, que ia ter um monte de site com milhares de informações sobre tudo que você queria saber, que os atores do filme iam estar em todas as capas de revista com todos os detalhes das vidas deles? Pra quem gosta, devia ser o paraíso! A autora do livro pode escrever qualquer merda que vai ser publicado, portanto, você vai ter mais coisas do que você gosta! Os atores podem fazer o que quiserem, que sempre vai ter alguém disposto a falar deles!

Sabe o que é realmente triste? Ver uma coisa boa, com muito potencial, com tudo que é necessário pra fazer sucesso, mas que ainda assim não faz. Ninguém conhece, ninguém comenta, ninguém compra o cd, o livro, baixa a música, o que seja. Aí, sem o sucesso, sem o capital entrando pra fazer as coisas girarem, aquilo acaba. A coisa boa, que você acha a melhor do universo, que você sente que não pode viver sem, termina porque não tem ninguém bombeando o sangue pro coração, por assim dizer.

Então, antes de reclamarem que aquela banda ou autor que você sempre amou, mas ninguém conhecia, agora tá na boca de qualquer um na rua, pense que isso é melhor do que só você saber, e você não ser o suficiente pra fazer a coisa andar.

Nada a ver com o tema do blog, mas é só um desabafo que eu precisava fazer. Desculpe se fui incoerente em algumas partes, mas estou um pouco nervosa.

Voltamos com a programação normal do blog em breve.

Resenha do Livro: Divas Abandonadas

*Publicado dia 14/05/2010, no blog A Man's Best Friend*

Sabe quando você encasqueta com alguma coisa e não sossega até que a consiga?

Eu sou meio assim com livros.

Sempre tem algum livro que eu morro de vontade de ler, e fico com essa vontade por muito tempo, mas por sei lá que motivos, sempre que eu vou na livraria, eu compro outro e leio outro, e vou deixando o livro em questão pra trás.

Não tem motivo pra esse tipo de comportamento, mas algumas pessoas são idiotas e se existe algo nesse mundo que não tem motivo, é idiotice.

Um livro que eu encasquetei há quase dois anos, mas que só comprei há alguns dias é Divas Abandonadas.



Divas Abandonadas, da Teté Ribeiro, conta as histórias das sete maiores divas do século XX.

Lady Di, Ingrid Bergman, Jackie O., Sylvia Plath, Maria Callas, Tina Turner e Marilyn Monroe são grandes mulheres, ícones de estilo, talentosas, bem sucedidas, enfim, tudo que nós mortais sonhamos em ser, não é mesmo?

Mas a vida entre quatro paredes dessas mulheres estava longe do conto de fadas que aparecia na mídia. Todas elas sofreram terrivelmente com o amor.

O príncipe Charles só transava uma vez a cada três semanas, no horário marcado, inclusive com sua amante de muitos anos, Camilla Parker-Bowles.

Tina Turner era espancada e estuprada por seu marido, e todo o dinheiro que ganhava com seus shows ia pra ele.

Maria Callas se apaixonou por dois homens gays, inclusive se casando com um, e quando achou um grande amor, o perdeu pra Jackie O.

Jackie, por sua vez, era casada com o presidente Kennedy, que a traía com todas as mulheres com quem tinha contato.

E por aí vai.

Gostei do livro porque ele transforma essas mulheres que parecem ser inatingíveis, com vidas perfeitas, em assustadoramente reais. Todas elas sofreram, e a maioria delas sofreu mais do que nós mortais sofremos. Como se a grandiosidade delas se refletisse em tudo, e seus problemas eram tão grandes quanto as coisas admiráveis nelas.

Um ótimo livro, muito bem escrito, que quando você pega não quer mais largar!

Extremamente recomendado.

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Resenha do Livro: Percy Jackson e Os Olimpianos

*Publicado no dia 13/05/2010, no blog A Man's Best Friend*

O que dizer sobre Percy Jackson?

Preciso contar a nossa história (minha e do Percy haha)!

Fui ao cinema há algum tempo atrás, assistir nem lembro qual filme, e vi um poster do filme com um dos nomes mais longos que eu já li na vida: Percy Jackson e Os Olimpianos em O Ladrão de Raios.

Na hora fiquei pensando ‘WTF?’, mas aí vi que tinha a Uma Thurman (que eu gosto), e fiquei curiosa, mas nem dei muita bola.

No meu Tumblr, váááários posts com a foto do Logan Lerman (o garoto que interpreta o Percy), falando sobre o filme. Fiquei mais curiosa.

Sou preguiçosa, não sabia qual a história do filme, não tinha idéia de que era baseado em um livro, então não quis gastar meu precioso e suado dinheirinho numa entrada de cinema que eu nem sabia se ia gostar. Baixei o filme.

Fiquei apaixonada. Não só pelo Logan – aliás, me senti uma pedófila, não sei quantos anos ele tem, mas parece que é menos de 18 e eu já sou considerada maior de idade na maioria dos países do mundo! haha – mas pela história do filme também.

Uns dias depois, fui pra faculdade e uma menina da minha sala estava lendo um livro COM O MESMO NOME DO FILME, olha só que coisa! haha Perguntei pra ela, e ela me disse que era o livro que baseou o filme e blablabla. A mão já começou a coçar pra comprar o livro, né? Fui na Livraria Cultura e comprei o primeiro livro que, graças a Deus, tinha a capa original, porque a capa do filme eu acho sem graça, e também porque eu sempre prefiro a capa original.

Li o livro em dia, direto, sem parar, devorando as palavras, e quando terminei já queria correr pra livraria pra comprar o segundo!

Li os quatro com o intervalo de alguns dias apenas, e resolvi fazer uma resenha só, até porque muita gente ainda não leu todos e eu tenho medo de soltar spoilers.









O livro conta a história de Percy Jackson, um garoto aparentemente normal, mas que na verdade é um meio-sangue. Seu pai é Poseidon, deus dos mares, e sua mãe é uma mortal.

Ao decorrer dos quatro livros (são cinco, mas o quinto ainda não saiu no Brasil e, em inglês, a entrega é feita em até 7 semanas, ou seja, eu ia morrer do coração de ansiedade), várias coisas acontecem com Percy, e ele precisa ajudar a salvar o Acampamento Meio-Sangue, onde todos os meio-sangue vão durante o verão, salvar aos seus amigos, e a si mesmo.

Não dá pra contar a história de cada livro sem spoiler, então essa resenha é sobre os livros no geral.

A história é muito bem contada, e se você não conhece nada sobre Mitologia Grega como eu, não se preocupe! O autor explica tudo direitinho no decorrer do livro, mas são explicações superficiais, coisas suficientes pro entendimento do livro, não é nada aprofundado.

O Percy é um dos meus personagens de livros favoritos! Ele não é o típico herói, que sai bravamente salvando tudo, com todas as respostas na manga e tal. Ele é meio lerdo, e adoro como as pessoas o deixam sempre boiando no que está acontecendo haha. Ele também é muito engraçado, e muito fiel aos seus amigos, o que pode acabar trazendo complicações mais tarde.

Gosto também do fato de que não há enrolações. O livro já começa pegando fogo, e continua agitado até o final.

Não sei se consegui me explicar direito, mas Percy Jackson e os Olimpianos virou uma das minhas séries favoritas de todos os tempos, e eu já tenho os personagens como grandes amigos, então é algo muito sentimental pra mim falar sobre eles.

Como esse post já tá ficando muito longo, eu deixo por aqui dizendo LEIAM! O livro é emocionante do começo ao fim, o Percy é apaixonante, assim como a Annabeth, o Grover, o Tyson (outro favorito), e todos os outros personagens do livro.

P.S.: No ‘A Batalha do Labirinto’ tem o primeiro capítulo do último livro. Normalmente, eu não leio, pra ficar um suspense e tal, mas esse eu li. Só posso dizer que rolou uma vibe assassina meio JK Rowling, e eu NÃO estou feliz com isso.

Resenha do Livro: Como Treinar o Seu Dragão

*Publicado no dia 25/04/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Essa resenha tá beeeem atrasada, porque já faz um tempinho que eu terminei o livro, mas eu andei super ocupada esses tempos, e só pude escrever aqui agora.

Mas, problemas pessoais de lado, vamos ao que importa!



Como Treinar Seu Dragão, da Cressida Crowell, conta a história de Soluço, um dos últimos heróis vikings do mundo, quando ele ainda era um garoto e sequer tinha um dragão. Todos os jovens tem que passar pela Iniciação, que consiste em entrar num ‘ninho’ de dragões adormecidos e pegar um, para treiná-lo- e fazê-lo obedecer ao seu mestre.

É aí que os problemas acontecem, porque não só Soluço pega o pior dragão que poderia imaginar, como, no fundo do mar, acordando de seu sono de quase mil anos, algo ameaça toda a tribo de vikings.

Ok, pra começar, toda essa história de que eles têm que pegar um dragão adormecido muito me lembrou Harry Potter e o Draco Dormiens Nunquam Titilandus (ou Nunca Cutuque um Dragão Adormecido). Se Soluço e os outros membros da tribo soubessem disso muitos problemas teriam sido evitados haha.

Eu AMEI o Soluço. Em todos os livros, sempre tem aquele personagem que a gente gosta mais, e eu não sei porque (mais um item pra adicionar na minha lista de coisas pra falar com um psicanalista), eu nunca gosto mais dos personagens principais. Todos os meus favoritos são personagens secundários, as vezes o melhor amigo do principal, etc.

Mas em Como Treinar…, o Soluço é simplesmente perfeito! Ele faz umas besteiras e tal, mas ele é engraçado, corajoso, justo, e, apesar de ter pouca confiança em si mesmo, sempre faz a coisa certa.

A parte que eu mais gostei eu não posso dizer qual é, porque é spoiler haha. Mas o livro todo é muito divertido, e é tipo Diário de Um Banana, você lê em uma sentada só, super rápido, fácil e divertido.

O livro tem várias continuações, e a própria autora diz que não é necessário ler na ordem. O segundo é Como Se Tornar um Pirata, e eu já tô de olho pra comprar haha.

O preço também é super amigo, menos de 20 reias na Livraria Cultura.

Agora estou louca pra ver o filme, apesar de dizerem que é só levemente baseado na história do livro (e, pelo que me falaram, bem levemente). Mas, ainda assim, quero ver, mesmo que eu assista e pense nele como algo independente do livro – o que, de uma certa maneira, é.

xxx

Resenha do Livro: Morto Até o Anoitecer

*Publicado dia 10/04/2010, no blog A Man's Best Friend*

Uma das minhas séries favoritas é True Blood.

Quando eu comecei a assistir, não fazia idéia que era baseada nos livros da Charlaine Harris. Assim que descobri, fiquei louca querendo comprá-los, mas acabei só comprando o primeiro há pouco tempo.



Morto Até o Anoitecer conta a história de Sookie Stackhouse, uma garçonete que lê mentes, vivendo na pacata cidade de Bon Temps, no interior da Louisiana, quando ela encontra um vampiro pela primeira vez.

Os vampiros ‘saíram do caixão’ há pouco tempo, com a descoberta do True Blood, um sangue sintético que supre as necessidades nutricionais dos vampiros, mas que não consegue de fato matar a ‘fome’ que eles sentem.

Bill é um vampiro que se alimenta de True Blood, e o que o faz tão atraente para Sookie é que ele é silencioso. Completamente silencioso. Sookie não consegue ler seus pensamentos, e se sente confortável na presença dele, sem ter que montar uma barreira mental para que não ouça o que ele não fala.

Mas coisas estranhas começam a acontecer em Bon Temps, como o assassinato de várias mulheres que tinham reputação de namorar vampiros. E Sookie começa a ficar com medo de que possa ser a próxima vítima…

O livro é ótimo, te prende do começo ao fim, mesmo se você (como eu) já sabe o que vai acontecer porque acompanhou a série. Cada capítulo é mais ou menos um episódio da série, então não há nenhuma surpresa nos livros pra que já assistiu True Blood. Ainda assim, a leitura é ótima, com muito suspense e romace, e eu o li rapidinho.

Porééém… nem tudo são flores em Bon Temps. Um dos meus personagens favoritos da série é o Lafayette, e ele só é citado algumas poucas vezes no livro, sem ter importância alguma na história. A Tara, que na série é a melhor amiga da Sookie e uma das melhores personagens, não aparece no livro!!

Todas as tramas paralelas às da Sookie na série não aparecem no livro, porque o livro é narrado em primeira pessoa, pela própria Sookie. Isso me aborreceu um pouco, porque eu adoro todos os personagens e queria que eles tivessem a mesma importância nos livros.

Outra coisa que eu não gostei muito foi o desenrolar do romance entre Sookie e Bill. Não sei, ficou uma coisa meio forçada, do nada eles estão morrendo de amores um pelo outro e não podem mais viver sem se ver. A Sookie eu até entendo – ela não namora ninguém porque consegue ler os pensamentos dos caras e isso é horrível – mas o Bill passa de não parecer se importar nem um pouco com ela pra não querer desgrudar do lado dela.

A real é que eu gosto MUITO da série e estava esperando o que eu vi na TV escrito no livro, mas não é bem assim. Por mais fiel que a série seja ao livro, eles tomaram algumas liberdades criativas e por isso os dois não são a mesma coisa (óbvio).

O maior ponto positivo do livro é o Sam, que é tão ou mais fofo quanto na série, e é uma pena que eu saiba que ela nunca vai ficar com ele =(

O Eric também é um caso a parte, aliás todas as cenas com ele e no Fangtasia são ótimas, as melhores partes do livro.

No geral, o livro é muito bom, com a história bem escrita e consistente, mas é o que eu disse antes, eu estava esperando a série de TV impressa, e talvez por isso tenha me decepcionado um pouco.

Com certeza vou comprar as continuações e logo, logo quero ter toda a coleção Sookie Stackhouse Novels na minha estante.

Balanço do Mês: Março

*Publicado dia 06/04/2010, no blog A Man's Best Friend.*

Eu sou uma pessoa muito de ‘época’.

Tem época que eu guardo todo meu dinheiro pra gastar com roupa. Tem época que eu guardo pra gastar com coisinhas bobas pra decoração. Tem época que eu gasto com livros.

Esse mês definitivamente eu estava na minha época de livros.

Comprei vários livros que eu estava de olho há algum tempo e mais alguns que eu vi na livraria, gostei da capa ou da sinopse e decidi levar também.

No final, essa é a minha pilha de livros novos.



Opúsculo, The Harvard Lampoon. Fiquei sabendo desse livro na internet e baixei o e-book. O primeiro capítulo era engraçado, e como eu não tenho paciência pra ler livro no computador (a não ser que seja muuuito bom e eu não aguente esperar pra tê-lo em mãos) e ele estava barato na Nobel (25 reais), eu decidi comprá-lo. Já comecei a ler e logo mais vai ter resenha.

Eu te Amo, Phillip Morris, Steve Mcviker, eu também já estava querendo há um tempo, desde que ouvi falar do filme, ano passado. Comprei usado no site da Livraria Cultura, por 19 reais.

Orgulho e Preconceito e Zumbis, Jane Austen e Seth Grahane-Smith. Li uma resenha desse livro (ou melhor, uma nota), em alguma revista, acho que era Mundo Estranho ou Super Interessante, e fiquei super interessada (sem trocadilhos), porque aaaaamo Jane Austen, e amo Orgulho e Preconceito, e amo zumbis, então melhor combinação impossível. Foi lançado há pouco tempo, então ainda está com um preço mais salgadinho (quase 30 reais na Cultura), mas dei uma folheada nele e acho que super vai valer a pena o dinheiro gasto.

Diary of a Wimpy Kid, Jeff Kinney. Já falei dele aqui em outro post, adorei, li em um dia, em algumas poucas horas. Baratinho também, na Cultura.

O Ladrão de Raios, Rick Riordan. Não me matem, mas… primeiro eu assisti o filme, depois eu comprei o livro. Não preciso nem dizer que o livro é bem melhor, né? Enfim, baratinho também na Livraria Cultura, 23 e pouqinho no programa + Cultura.

Dead Until Dark, Charlaine Harris. Outro que eu estava loooouca pra e comprar, desde que vi True Blood pela primeira vez! Amo a série, e já tô quase terminando esse livro (tô no último capítulo), então logo mais vai ter resenha. Mais ou menos 15 reais também, na Cultura.

O Mágico de Oz, L. Frank Baum. Li o livro quando era criança, e lembro que gostava da história, tinha até o desenho, mas não lembro direito o que acontece e decidi comprá-lo, pra relembrar os velhos tempos haha. Menos de 15 reais, na Livraria Nobel.

Extremely Loud and Incredibly Close, Jonathan Safran Foer. Tinha ouvido falar muuito bem desse livro em vários sites, e no Tumblr tem milhares de quotes dele. Sem contar que o autor é super aclamado na gringa, e esse é o seu segundo ou terceiro livro, não me lembro. O filme Uma Vida Iluminada, com o Elijah Wood (eterno Frodo) é baseado no seu primeiro romance, Everything is Illuminated. Ainda não comecei a ler, mas tô louca pra começar, porque realmente parece ser muito bom. Menos de 20 reais na (adivinha?) Cultura.

O Iluminado, Stephen King. Li esse livro pela primeira vez há algum tempo já, no meu primeiro colegial, emprestado da biblioteca do colégio. Fiquei apaixonada por ele, li em coisa de dois, três dias. Desde então tenho vontade de comprá-lo, as sempre o achei meio caro, sem contar que preferia gastar o dinheiro em um livro ‘inédito’, e acabava deixando ele pra trás.

Então um dia eu estava passeando pela Livraria Nobel, e vi uma pilha de livros que parecia pocket. Fui ver do que se tratava e O Iluminado estava lá no meio. Ele me saiu por meros 20 reais. O nome da editora é Ponto de Leitura, e eles tinham toda a coleção Fronteiras do Universo (que eu não tenho, mas já estou querendo comprar) e outros títulos que eu não lembro o nome agora, mas todos com preços muito amigos.

E é isso. Foi isso que eu comprei esse mês em livros.

Não é sempre (na verdade, é bem difícil), eu comprar tantos livros assim em um mês só, normalmente minhas compras são bem mais esporádicas, mas esse mês foi uma exceção.

Ah, eu não tenho nenhuma parceria com a Livraria Cultura não, viu. Mas é que a unidade do Conjunto Nacional é pertinho da minha casa e eu sempre dou uma passada lá pra ficar namorando uns livros e de vez em quando levo esses em paperback (aquele papel que parece jornal) baratinhos, nenhum mais do que 20 reais.

E assim que eu terminar de ler cada livro, eu faço uma resenha e publico aqui no blog.

Agora, deixa eu voltar pros meus novos amigos que eles estão me chamando, morrendo de vontade de serem lidos hahaha